sábado, 9 de novembro de 2013




ZONA de TRANSIÇÃO




 AMAZÔNIA-CAATINGA




     Com uma área de 144.583 km² a Mata dos Cocais é uma zona de transição entre as florestas úmidas da bacia Amazônica e as terras do Semi-Árido nordestino.
    
     Palmeira nativa das regiões Norte e Nordeste do Brasil o babaçu(Orbyania martiana), forma extensas florestas, preenchendo os espaços onde a floresta primária foi desmatada.
     O babaçu também é conhecido por "aguassú", " bagassú" e "coco de macaco". São extraídos do babaçu um óleo que é muito usado na fabricação de cosméticos, margarinas, sabões e lubrificantes.

     Sua localização é bastante abrangente, é encontrado no Meio-Norte nos estados do Maranhão e Piauí, bem como em áreas dos estados do Ceará, Tocantins e Rio Grande do Norte.
     A Mata dos Cocais é uma formação florestal, porém muitos pesquisadores dizem que é uma formação vegetal secundária devido ao seu alto grau de desmatamento. Essa região é explorada desde o período colonial, para o extrativismo de óleo de babaçu e cera de carnaúba, nos tempos de hoje vem crescendo nessa área o plantio de grãos, principalmente se soja.

     A palmeira do babaçu chega a atingir 20m de altura e pode ter de 2 a 6 cachos de coquilhos, onde no seu interior está as amêndoas, a casca do coquilho é aproveitada como biomassa para produção de energia.

     A carnaubeira também é uma palmeira que atinge  cerca de 20m de altura, surgem em terrenos alagáveis ou em áreas de várzeas de rios. Essa espécie é tipica dos estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, praticamente tudo que pertence a palmeira é aproveitado, tronco, folhas, palmito, frutos, sementes e as raízes, ela é chamada na região de "árvore da providência". A cera que é extraída das folhas tem extensa utilidade em várias industrias, podendo ser usada na fabricação de cosméticos, ceras industriais e domésticas, discos, filmes fotográficos, papel carbono, graxas, lubrificantes e outras aplicações. 

     A introdução de outras culturas para plantio nessa região, vêm acelerando o desmatamento das florestas nativas dessa faixa de transição(Amazônia-Caatinga) do bioma brasileiro.    





(Foto nº 01) Créditos: wikipedia



Mata dos Cocais-1








(Foto nº 02) Créditos: Info







Mata dos Cocais-2













(Foto nº 03) Créditos: brasil.escola 






Carnaubeira














(Foto nº 04) Créditos: planeta sustentável



Floresta de Carnaubeiras.









(Foto nº 05) Créditos: trekearth












Frutos do babaçú




















(Foto nº 06) Créditos: portal g1




Quebradeira de coco do babaçú.













(Foto nº 07) Créditos: oiyakaha.




Frutos em cachos do babaçu ainda verde.












(Foto nº 08) Créditos: brasil.gov.br




Frutos do babaçú.










sábado, 2 de novembro de 2013




ÁREAS VERDES nas GRANDES CIDADES
(Green Areas in The Big Cities)


PRAÇA SÉRGIO LORETO
(Recife-PE)
(Matéria (#10)


,

     O governador D. Tomás José de Melo, autorizou a execução dos serviços de aterro entre o Forte das Cinco Pontas até a povoação de Afogados, devido aos constantes alagamentos na região por força das marés. Para realizar o serviço foi necessário a retirada de areia de um terreno particular próximo a obra, nesse local das escavações foi criado um viveiro que era chamado de "Viveiro do Muniz", uma referência ao dono do terreno, Antônio José Muniz. O interessante é que o viveiro ficou privativo para a pesca do governador.

     Após a conclusão da obra, tempos depois é elaborado um projeto para a área que seria transformada na futura Praça Sérgio Loreto. Tendo no seu traçado original o modelo do paisagismo inglês, com linhas curvas que imitam as próprias linhas da natureza, demarcando o lago e seus passeios sinuosos, possuindo imponentes árvores e palmeiras imperiais. Foi iniciada em 1924 e inaugurada em 1926 pelo prefeito Antônio de Góes, a praça foi uma homenagem ao governador Sérgio Teixeira Lins de Barros Loreto(1922-1926), que se revelou uma das melhores administrações públicas no período da primeira república(1889-1924). Antes o local teve várias denominações como: Viveiro do Muniz; Campina do Bodé e Praça Siqueira Campos, até chegar ao seu atual nome, existe na praça um coreto onde as bandas de músicas faziam suas apresentações(retretas), hoje há um monumento em homenagem a Enéas Freire(fundador) e o símbolo do Clube de Máscaras do Galo da Madrugada.

     Na gestão do prefeito Augusto Lucena(1971-1975), parte do bairro de São José e da área da Praça Sérgio Loreto foram demolidos, para uma ampliação da Av. Dantas Barreto. A praça Sérgio Loreto teve suas linhas originais modificadas, ela é circundada pela rua Imperial e pela Av. Sul, há no local um monumento em homenagem aos heróis da Restauração Pernambucana, do escultor Abelardo da Hora, é inaugurado em 1975.

     A praça passou um bom tempo esquecida pelo poder público e ficou deteriorada, em 2008 foi revitalizada e no ano seguinte(2009) o Clube de Máscaras Galo da Madrugada adotou esta praça, e vem realizando a sua manutenção periodicamente.

     
          



(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental


















Ilha Artificial com uma Palmeira ao Centro.






(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental






A Ilha Vista Sobre Outro Ângulo(Rua da Concórdia).















(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental

















Área Ampla com Espaço para Boas Caminhadas.








(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental




Belo Conjunto de Palmeiras.













(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental












Nesta Área são Montados Camarotes para o Desfile do Galo da Madrugada






(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental




Lago Artificial com Suas Linhas Sinuosas.











(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental












Uma Praça Bem Arborizada.






(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental




Ponte Mista, Parte em Madeira(troncos de árvores) e Parte em Concreto.










(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental



Ponte Metálica Ligando o Passeio Externo com a Área Interna da Praça.













(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental












Escadarias que Levam Bem Próximo ao Lago.







(Foto nº 11) Créditos: O Marco Ambiental




Monumento a Restauração Pernambucana.












(Foto nº 12) Créditos: O Marco Ambiental




Monumento Visto por Outro Ângulo.













(Foto nº 13) Créditos: O Marco Ambiental












Anexo da Praça Possui Vários Brinquedos para a Criançada.







(Foto nº 14) Créditos: O Marco Ambiental




Prefeitura Precisa Recuperar Alguns Brinquedos, os Escorregos Estão com Suas Escadas Danificadas.














(Foto nº 15) Créditos: O Marco Ambiental




Um Lugar Agradável para Descanso.












(Foto nº 16) Créditos: O Marco Ambiental












Histórico Coreto da Praça Sérgio Loreto.






(Foto nº 17) Créditos: O Marco Ambiental



Esculturas em Homenagem ao Galo da Madrugada e seu Criador Enéas Freire.












(Foto nº 18) Créditos: O Marco Ambiental



Sede do Clube de Máscaras Galo da Madrugada, Fundado em 1978.










(Foto nº 19) Créditos: O Marco Ambiental

Modelo Antigo de Automóvel, Usado Durante Muitos anos nos Desfiles do Galo.















(Foto nº 20) Créditos: O Marco Ambiental





Na Loja do Galo da Madrugada Podemos Adquirir Lindas Lembranças.












(Foto nº 21) Créditos: O Marco Ambiental













Uma Bela Visão da Praça, Observado da Avenida Sul.






(Foto nº 22) Créditos: O Marco Ambiental



Existem Vários Locais para uma Boa Leitura e Relaxamento.






sábado, 26 de outubro de 2013




FITOTRATAMENTO
 PARA SOLOS CONTAMINADOS


Utilizando Tubérculos e Olerícolas







     FITOTRATAMENTO COM BETERRABA:


     Beta  vulgaris L., a nossa conhecida beterraba é nativa da Europa, Norte da Africa e oeste da Ásia. É uma hortaliça que precisa de alta concentração de macronutrientes, fósforo; potássio e magnésio, geralmente se concentra em sua parte aérea, entretanto sua concentração de micronutrientes é muito maior na parte aérea e na raiz. Portanto estas informações levam a crer que a beterraba absorverá enormes quantidades desses componentes que estão inseridos no solo ou na água residuária.







(Foto nº 01) Créditos: Ceasa Campinas







BETERRABA


















     FITOTRATAMENTO COM CENOURA:


     Daucus  carota L.(conhecida desde a época dos antigos gregos e romanos), a cenoura requer solos férteis e bem estruturados, a matéria orgânica é um fator de grande importância em sua cultura. Pesquisas confirmaram que existe grande presença de b caroteno nas cenouras cultivadas organicamente. O fitotratamento com essa hortaliça é recomendado para situações em que a contaminação foi por matéria orgânica.





(Foto nº 02) Créditos: Embrapa



CENOURA















     FITOTRATAMENTO COM RABANETES:


     Raphanus sativus L.(originária da região mediterrânea), no  rabanete encontramos concentrações em macro e micronutrientes em teor elevado, é encontrado tanto na raiz como na parte aérea, é considerada uma planta exigente em nutrientes. Usada  frequentemente na extração de ferro, magnésio, zinco e cobre.





(Foto nº 03) Créditos: Ceasa Campinas







RABANETES



















     FITOTRATAMENTO COM ALFACE:


     Lactuca sativa L.(originária do leste do Mediterrâneo), a alface é da espécie olerícola, essa espécie tem uma enorme capacidade de extração do solo, a alface é a principal acumuladora de metais pesados(chumbo, cobre, zinco), entre as espécies olerícolas. Pesquisas realizadas descobriram que a  alface também pode acumular os metais pesados cádmio e sódio, na alface o acúmulo preponderantemente ocorre na parte aérea da planta.





(Foto nº 04) Créditos: baixaki.com.br




ALFACE




     














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Resposta da nossa enquete realizada no dia 13 de Outubro de 2013, Você sabe onde fica ?


R: Lagoa do Araçá no bairro da Imbiribeira/Recife-PE





domingo, 13 de outubro de 2013




QUALIDADE AMBIENTAL e VULNERABILIDADE da VEGETAÇÃO




    Cada população ou organismo, está inserido num complexo sistema interdependente, tendo grande influência em sua dinâmica, as interações com os mais variados fatores físicos de seu Meio Ambiente, portanto toda interferência humana em nível de população e de bioma, leva a outros caminhos(diferentes formas e funções), fragilizando os meandros de dependência entre cada nível, e fatalmente aumentando ou mesmo induzindo a probabilidade de ocorrência de desastres. 

     A grandeza de um evento catastrófico está diretamente ligada à quantidade e intensidade das alterações sobre as propriedades e funções que acontecem em um determinado meio. Portanto para compreender o papel da vegetação na contenção, preservação ou mitigação dos fenômenos naturais é importante também entender sobre os processos que envolvem o elemento da natureza "cobertura vegetal" com os outros elementos da região, envolvidos com os desastres, que são o solo e a precipitação pluviométrica.
     Então devemos aprender sobre a verdadeira proteção que a cobertura vegetal pode oferecer a esses eventos, portanto precisamos reconhecer a diversidade e heterogeneidade da nossa fauna e flora, ou seja das diferentes composições do território brasileiro.

     Vários grupos de populações mantém entre si relações tróficas ou interações, tendo como sua base a vegetação, este grupo de populações forma o que chamamos de comunidade biológica ou biocenose, comunidade esta formada pelo conjunto de elementos vivos ou a biota de um ecossistema, sendo um grupo de espécies interagindo entre si e com o meio ambiente.

     Cada comunidade possui certos atributos, como a fisionomia, o nicho, a sinúsia, a guilda e a diversidade de espécies. Além do que, as comunidades se definem por seus limites e padrões, por interações entre suas diferentes espécies componentes.
     A seguir descreveremos os atributos citados anteriormente:

     A Fisionomia

     Temos na fisionomia de uma comunidade vegetal uma combinação de sua aparência, sua estrutura; horizontal e vertical, representada pela estrutura da biomassa, pelas formas de crescimento, pela cobertura do solo, índice de área foliar e pelos padrões que ocorrem nas diferentes estações do ano, são as fenofases, queda das folhas, brotamento, floração e frutificação. Então os animais respondem a cada estação do ano apresentando comportamentos diversos, como a migração e a hibernação.

     O Nicho

     Uma espécie dentro de uma comunidade, com suas interações com outras populações, representa o seu nicho ecológico, sabemos que as espécies possuem características diferentes entre si, cada espécie tem o seu próprio nicho, quanto mais semelhantes forem os nichos de duas espécies, mais intensa será a competição entre elas. Quando temos uma população de "nichos amplas", classificamos como uma "espécie generalista", agora quando temos uma população que é "especialista" no uso de recursos, sua população apresenta "nicho estreito".

    As Sinúsias

     Ainda dentro das próprias comunidades temos as sinúsias, são grupos de espécies que têm a mesma forma de vida e explora a mesma classe de recursos ambientais, como exemplo citamos as "bromélias tanque".

     As Guildas

     São grupos de espécies que exploram a mesma classe de recursos ambientais, semelhantes as epífitas, elas as as epífitas são plantas que se desenvolvem as custas de outras plantas, mas produz o seu próprio alimento pela fotossíntese, como exemplo temos: orquídeas; musgos e  líquens.


     A Diversidade de Espécies


     Possui como características dois componentes, a riqueza e a uniformidade. A riqueza refere-se ao número de espécies, enquanto a uniformidade contribui à estrutura da vegetação, sendo medida pelo número de indivíduos das populações ou pela biomassa que contém. Na diversidade em comunidade são considerados vários fatores de grande importância, uma estabilidade climática, o seu grau de conservação, a sua produtividade e as suas interações entre as espécies.

     As comunidades que se localizam nos trópicos são, por este motivo, mais diversas do que aquelas localizadas em latitudes maiores. Entretanto essas comunidades geralmente são mais frágeis às alterações causadas pelo homem, e quando são ameaçadas através da destruição de seu habitat natural, torna-se vulnerável a eventos catastróficos.

     Quando o homem interfere numa pequena comunidade, ele fatalmente estará interferindo em outras populações ou comunidades, mudando diversos aspectos da comunidade, alterando a distribuição de recursos, nas relações de interdependência, na própria amplitude de cada nicho. Portanto comprometendo a sobrevivência do sistema natural em que elas ocupam, então quando interferimos numa parte de uma comunidade ou população, estamos destruindo o valor que esse sistema tem para mantermos uma boa qualidade de vida.





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VOCÊ SABE ONDE FICA ?

Então responda...




sábado, 5 de outubro de 2013

DESASTRES NATURAIS - EROSÃO E ASSOREAMENTO




DESASTRES NATURAIS


EROSÃO E ASSOREAMENTO
(Reportagem nº 04)



     Um dos principais processos que ocorre na superfície terrestre é a formação do relevo. Através da ação dos agentes internos e externos, que são a gravidade, o vento, o solo, as águas da chuvas dos rios e dos mares. Todos esses atuam na modelagem do relevo, quase sempre removendo partículas de materiais de lugares mais elevados, levando-se para os rios, lagos, oceanos, em geral para a planície os materiais deslocados, esse processo se dá de forma contínua.

     O processo que abrange a remoção, o transporte e a deposição de  materiais é denominado de erosão, esse processo ocorre ao longo de milhões de anos, sendo responsável pela formação do relevo. Entretanto por causa da ação do homem, que interfere diretamente no meio ambiente pelos diversos usos do solo, ocasionando a degradação das terras e a deterioração da qualidade ambiental.

     Do latim " erodere ", erosão é o processo pela qual há remoção de uma massa de solo de um local e sua deposição em outras áreas, como resultado da ação de forças exógenas.

     A água e o vento são os principais agentes de erosão do solo, denominamos de erosão hídrica quando é ocasionada pela ação da chuva e enxurrada, denominamos de erosão eólica a que tem por causa a ação dos ventos.
     A erosão eólica é muito importante nas regiões costeiras e também nas regiões onde os ventos são constantes e com velocidades altas, já a erosão hídrica ocorre praticamente em todas as regiões.
     Temos outros tipos de erosão, a erosão marinha; relacionada ao trabalho das ondas em todo litoral, a erosão fluvial; associada ao trabalho dos rios, a erosão glacial; relacionada ao trabalho das geleiras.

     A erosão do solo é um processo natural, sendo praticamente impossível de ser paralisada, e difícil de ser controlada, porém é facilmente acelerada pela ação do homem. A erosão resultante da atuação vinda unicamente das forças da natureza, sem que ocorra a intervenção do homem, é comumente chamada de erosão geológica ou natural.

     Sabemos que a erosão geológica constitui um processo importantíssimo na formação do relevo da superfície da Terra, gerando a formação dos solos de aluvião e das rochas sedimentares. A erosão antrópica, causada pelo homem, se torna bastante acelerada, ocorre um processo de ativação da erosão natural devido as interferências do homem no ambiente natural.

     O assoreamento em condições naturais é um processo geológico lento de sedimentação que leva a formação dos mais variados tipos de planícies, que são criadas por alterações nas condições hidrodinâmicas de transporte de sedimentos, que são causados por eventos de grande magnitude, ao qual descreveremos a seguir:


* Mudanças Climáticas

     Promovem alterações na disponibilidade de chuvas, no regime hidrológico dos rios, como também sobre a cobertura vegetal das bacias hidrográficas, determinando algumas mudanças nas condições de erosão, transporte e deposição nos leitos dos rios.


* Processos Tectônicos

     Promovem alterações na superfície do planeta terrestre, gerando áreas elevadas e rebaixadas, com consequente mudanças no nível de base local, modificações nos leitos fluviais, que propiciam a intensificação de processos erosivos e de deposição.


* Alterações do Nível Oceânico

     São mudanças globais ou regionais que influenciam o nível de base geral dos sistemas fluviais. Então quando ocorre o abaixamento do nível do mar, temos um aumento em potencial do processo erosivos dos rios, entretanto quando ocorre a elevação do nível do mar, temos o surgimento do processo de sedimentação em regiões de estuários e dos lagos.



    





(Foto nº 01) Créditos: wikipedia.com







Erosão do Solo











(Foto nº 02) Créditos: Uol.com



Erosão em acostamento de estrada.