sábado, 22 de outubro de 2016













ÁREAS VERDES nas GRANDES CIDADES
(Green Areas in the Big Cities)











PARQUE URBANO DA MACAXEIRA
(Macaxeira-Recife/PE)
(Matéria(#27)







     Localizado na zona Norte do Recife, na Avenida Norte. O parque fica na antiga fábrica da Macaxeira do grupo Othon Bezerra de Melo, é o maior parque público reunindo as áreas de educação, cultura e lazer do Recife.

    Com área total de 10 hectares, sendo que 9 hectares são de área verde, o restante 1 ha temos a Escola Técnica Estadual Vereador Miguel Batista, um posto de atendimento do "Expresso Cidadão", uma biblioteca multimídia, um restaurante e um teatro.

     Na área verde encontramos um amplo espaço aberto para eventos, uma ciclovia, uma pista de cooper, uma pista de skate, um circuito de bicicross, um campo de futebol, três quadras poliesportivas, dois parques infantis, uma "Academia da Cidade" com instrutores em horários específicos, três espelhos-d'água, além de um grande estacionamento.

     O Parque da Macaxeira trás benefícios para 40 mil habitantes de cinco bairros, Macaxeira, Apipucos, Dois Irmãos, Sítio da Trindade e Brejo da Guabiraba.
 







(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental


























Portão de Entrada para o Estacionamento.













(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental


















Campo de Futebol, com Torres de iluminação.












(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental

O Parque Tem Um Estacionamento Bem Amplo. 












(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental


























No Lado Esquerdo Vemos um dos Espelhos-D'água.













(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental


























Rampa para Largada da Corrida de Bicicross.









(Vídeo nº 01) Créditos: O Marco Ambiental



A Garotada Exibindo-se na Pista de Skate.






(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental

Uma pista de Corridas para Bicicross.














(Vídeo nº 02) Créditos: O Marco Ambiental





Vista Superior do Parque da Macaxeira.










(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental
Um Parque Infantil todo Trabalhado em Madeira.









(Vídeo nº 03) Créditos: O Marco Ambiental


Nesta Área Foram Plantadas Mudas de Diversas Espécies de Árvores.







(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental



Temos uma Pista de Cooper à Esquerda e uma Ciclofaixa à Direita.













(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental
























O Parque Possui uma Área para Eventos ao Ar Livre.













(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental


















Academia da Cidade do Recife.









(Foto nº 11) Créditos: O Marco Ambiental
























O Parque tem um Bom Sistema de Iluminação.












(Foto nº 12) Créditos: O Marco Ambiental


















Com Várias Espécies de Árvores Plantadas; no Futuro Teremos uma Bela Arborização.














sábado, 24 de setembro de 2016










NANOTECNOLOGIA





     Termo utilizado pela primeira vez por Richard Feynman(1918-1988), numa palestra na Academia Americana de Física em 1959. Onde apresentou seu projeto de estudo,que era a possibilidade de poder organizar e manipular os átomos da forma que desejarmos.
     Sua ideia era muito avançada para a época, após 30 anos é que começou a dar forma a ciência do muito pequeno, a nanotecnologia, essa denominação é devida ao seu objeto de estudo que são medidos em nanômetros, ou seja, um nanômetro(nm) corresponde a um bilionésimo de metro.

     O físico americano Richard Feynman fez uma pergunta "bem simples" a plateia: O que aconteceria se pudéssemos mover os átomos ?... A resposta ? A mesma só foi dada pelos cientistas que hoje realizam pesquisa nesse campo de trabalho. Essa tecnologia só existe em laboratórios e industrias com equipamentos de alta precisão, são necessárias máquinas moderníssimas para trabalhar com componentes tão minúsculos, que aos nossos olhos são invisíveis.

     A nanotecnologia é aplicada em mais de 800 produtos, o produto mais conhecido são os microprocessadores, hoje já se fabricam partes internas dos processadores com 45 nanômetros, possibilitando a diminuição do seu tamanho e redução do consumo de energia.
     Na área médica a nanotecnologia já está sendo utilizada em equipamentos como os cateteres, marca-passo, válvulas cardíacas, implantes ortopédicos, temos ainda sua aplicação em sistemas de filtração de ar e da água, protetores solares, produtos para limpeza de materiais tóxicos, curativos antimicrobiano, desinfetantes e tantos outros produtos.

     Já existem estudos para otimizar os efeitos dos remédios utilizando a nanotecnologia para levar a droga diretamente ao local do corpo que é necessário, diminuindo seus efeitos colaterais, sua toxidade e dosagens, no tratamento do câncer apenas a célula defeituosa seria atacada.

     Não poderia deixar de comentar sobre um problema que poderá acontecer no futuro,onde corremos o risco de termos a nanopoluição gerada pela confecção desses nanomateriais, será uma poluição composta de nanopartículas, podendo ser mais perigosa do que a poluição existente hoje na terra. Como os nanopoluentes não são encontrados na natureza, nossas células não terão nenhuma defesa, já que as nanopartículas podem percorrerem grandes distâncias utilizando-se das correntes de ar.

     Deverá ser elaborado um protocolo de utilização, manipulação, processamento e descarte adequados desses produtos, será do tipo: Normas de Biossegurança para Nanotecnologia. Evitaremos problemas sérios ao Meio Ambiente e ao próprio corpo humano.
     





(Foto nº 01) Créditos: UFPR











Filme de Nanotubos de Carbono é mais Forte do que Kevlar.









(Foto nº 02) Créditos: Qualidadeonline.

















Nanotecnologia para Tratamento de Câncer será Pontual, Atuando Diretamente na Célula com Defeito.










(Foto nº 03) Créditos: tnsolution











Cápsulas de Remédios com Nanotecnologia(Nanorobores) para Atuar na Área Afetada do Corpo Humano. 

   

sábado, 27 de agosto de 2016














MIMOSA PUDICA



UMA PLANTA que APRENDE e tem MEMÓRIA



     



     Estudos científicos realizados por quatro biólogos na University of Western Australia, demostraram que a planta "Mimosa pudica", muito conhecida no Brasil por "dormideira" ou "não-me-toques" tem a capacidade de responder a estímulos de aprendizado e possui memória vegetal. Este estudo foi publicado na revista Oecologia.

     Os biólogos provaram que a espécie Mimosa pudica, originária das Américas Central e do Sul, quando sofrem um leve toque suas folhas se fecham instantaneamente, um reflexo natural de defesa da planta contra predadores. Os pesquisadores criaram um mecanismo para submeter as plantas a choques, onde não oferecesse riscos a integridade física das plantas.

     As plantas foram suspensas sobre uma plataforma de espuma, então os vasos caíam de uma altura de 15cm, onde deslizavam sobre trilhos. O objetivo do teste era para saber se as folhas poderiam ser treinadas a ignorar o estímulo que era recebido, lembrando-se de que a queda não trazia risco algum a si mesma.

     No primeiro choque, todas as plantas dormideiras fecharam suas folhas, após um intervalo de 8 horas com uma nova queda dos vasos, no mesmo modelo anterior, as plantas novamente fecharam as folhas. Os biólogos então submeteram um conjunto de 56 plantas a uma nova série de 60 quedas, separadas por um intervalo de poucos segundos, foram repetidas 7 vezes no mesmo dia.

     Depois de quatro a seis quedas as folhas se acostumaram ao estímulo, ficando abertas. Para saber se as folhas não estavam em estado de fadiga, os cientistas realizaram um novo tipo de choque, diferente do anterior, as folhas voltaram a se fechar novamente.

     Após realizar a experiência por seis dias, as plantas não fechavam mais suas folhas quando submetida ao mesmo choque.
    Com quase um mês depois, ao realizarem a experiência das quedas, o fenômeno se repetiu, as folhas das plantas não se fecharam, demostrando que as mesmas lembraram do que aprenderam há um mês atrás.

     Teriam os pesquisadores descoberto a "Memória Vegetal" ? Os cientistas não sabem ainda como as plantas, que não possuem um sistema nervoso, são capazes de aprender e de memorizar cercos episódios. A explicação encontrada estar no processo de transmissão de informação celular por íons de cálcio.
"As plantas não têm cérebro ou neurônios, mas possuem uma rede sofisticada de sinalização de informações em suas células por meio de íons de cálcio, similar ao processo de memorização animal."

     Os pesquisadores também afirmaram: " O que mostramos é que o processo de memorização talvez não necessite de redes e conexões neurais como as dos animais; cérebro e neurônios são apenas uma forma possível, inegavelmente uma solução sofisticada, mas não precisa ser a única para o aprendizado."








(Foto nº 01) Créditos: Wikimedia














Planta dormideira, encontrada na América do Sul e Central.








    (Foto nº 02) Créditos: Remédio caseiro

As folhas sensitivas que se fecham a um leve toque.





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Titulo Original: Experience Teaches Plants to Learn Faster and Forget Slower in Environments Where it Matters.

Tradução: A experiência ensina plantas de aprender mais rápido e esquecer mais lenta em ambientes onde importa.


Os Pesquisadores: Monica Gagliano; Michael Renton; Martial Depczynski e Stefano Mancuso.












sábado, 30 de julho de 2016












ÁREAS VERDES NAS GRANDES CIDADES
(Green Areas in the Big Cities)






PRAÇA PROFESSOR FLEMING
(JAQUEIRA-RECIFE/PE)
(Matéria (# 26)







     O arquiteto Acácio Gil Borsoi tinha em Recife uma parceria com o BHLB(Banco Hipotecário Lar Brasileiro), e o conjunto da Praça Fleming(1954) era um desses projetos.
     O BHLB era proprietário de três  grandes terrenos contíguos, que eram situados na Av. Rui Barbosa com sua frente para o rio Capibaribe e divisa com o Parque da Jaqueira.

     O arquiteto foi encarregado de elaborar um projeto completo para a referida área, que incluía o arruamento, o estudo volumétrico, as residências individuais com dois pavimentos e um edifício de apartamentos, com três pavimentos, situados no centro da praça Fleming(esta obra do edifício nunca foi realizada).

     Foram construídas um conjunto de vinte e seis casas unifamiliares com dois pavimentos(térreo e 1º andar), as casas possuíam 3, 4 ou 5 quartos mais a dependência para a empregada.
     Nos dias de hoje restam pouquíssimas residências com suas características originais. 

     





(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental



































NORMAS PARA OS FREQUENTADORES DO ESPAÇO PÚBLICO. 














(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental



















VISTA DA PRAÇA  ATRAVÉS DO ACESSO A RUA DO FUTURO.














                                         (Vídeo nº 01) Créditos: O Marco Ambiental


UM LAGO ARTIFICIAL EMBELEZANDO AINDA MAIS ESTE LOGRADOURO.













(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental




























RECANTO AGRADÁVEL PARA UMA BOA CONVERSA.













(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental





























NO LOCAL ENCONTRAMOS UM VERDE EXUBERANTE.













(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental

























NA PRAÇA EXISTE UM LAGO COM SUAS LINHAS SINUOSAS.













(Vídeo nº 02) Créditos: O Marco Ambiental



TEMOS UMA BELA VISTA DO LAGO SOBRE OUTRO ÂNGULO.










(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental





















PARQUE INFANTIL BEM CONSERVADO.














(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental













A PRAÇA TEM UM BOM SISTEMA DE ILUMINAÇÃO.
















(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental




















UM JARDIM BEM CUIDADO POR UM FUNCIONÁRIO DEDICADO.











(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental





















NA PRAÇA ENCONTRAMOS VÁRIOS BANCOS EM GRANITO E OUTROS EM MADEIRA.











(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental














AQUI TEMOS UM EXEMPLO DE QUANDO OS MORADORES E FREQUENTADORES COLABORAM, TEREMOS SEMPRE UMA ÁREA LIMPA E CONSERVADA.



















sábado, 25 de junho de 2016








SISTEMAS DE AGROFLORESTAS






     Ernst Gotsch, um cientista nascido na Suíça em 1948, tinha sua pesquisa voltada para o melhoramento genético, especialmente nas plantas forrageiras, seu objeto de estudo era desenvolver genótipos que se tornassem mais resistentes às pragas. Num determinado momento ele indaga a si mesmo: "A resposta que procuro não estará no caminho inverso das minhas pesquisas ?"

     Assim Ernst Gotsch, em seus pensamentos já iniciava o embrião da Agricultura Sintrópica: "Será que produziríamos mais resultado se desenvolvêssemos modos de cultivo onde seriam criadas condições mais favoráveis ao pleno crescimento das plantas ?" A sintropia começa pelo mais simples e vai até o mais complexo.

     Nos anos 70, ele realiza estudos na Suíça e sul da Alemanha, estabelecendo consórcios entre milho e feijão, trigo, ervilha com framboesa, maçã e cereja. Com o sucesso das suas colheitas, surge o termo "Sucessão de Sistemas", por Ernst Gotsch.

    Por volta de 1979, muda-se para a Costa Rica, onde realiza trabalho de recuperação de terras degradadas, ele implanta o Sistema de Agroflorestas, que foram altamente produtivos, tudo isso sem uso de agrotóxicos. 

     Em 1982, Ernst Gotsch finalmente desembarca no Brasil, em 1984 adquire uma fazenda no município de Pirai do Norte no sul da Bahia. A mesma estava completamente esgotada, não havia água e a floresta quase totalmente devastada pelo seu antigo dono, que era madeireiro na região. Então começa a desenvolver seu experimento em Sistemas Agroflorestais Sucessionais, tendo anos depois alcançado alta produtividade, antes eram cerca de 500 hectares de terras improdutivas.

    Hoje ele já tem parte da Mata Atlântica recuperada, são 410 hectares de florestas. Começou com cacau e banana, já produz também milho, mamão e abobora, pupunha e açaí, e outras culturas. Onde antes não tinha água, agora já existem 14 nascentes na região com água o ano inteiro, até o clima na fazenda é mais frio do que em outras áreas próximas.

     As técnicas de Ernst Gotsch podem ser implantadas em vastas regiões do Brasil, como a Amazônia, o Cerrado, a Caatinga, bem como o Altiplano Boliviano.

Veremos a seguir algumas técnicas Agroflorestais:

* Combinação de árvores ou arbustos com espécies agrícolas;

* Combinação de árvores ou arbustos com plantas forrageiras herbáceas e animais;

* Criação ou manejo de animais em consórcios silvi-agrícolas.


     Quer saber mais sobre este assunto ?
acesse: agendagotsch.com
Você verá vídeos incríveis mostrando vários momentos dessa técnica agrícola.








(Foto nº 01) Créditos: EMBRAPA












Consórcio de Bananeiras com Forrageiras.









(Foto nº 02) Créditos: EMBRAPA












Consórcios de plantas Forrageiras com Árvores de Pequeno e Médio Porte.