sábado, 22 de novembro de 2014











Biomas de Interfaces








REGIÃO de PÂNTANO
(Reportagem nº 05)









     Os pântanos são formados por águas estagnadas e pouco profundas, possui uma vegetação bastante densa e seu solo é composto por grande quantidade de vegetação(matéria orgânica) em decomposição. Surgem em planícies mal drenadas, geralmente estão localizados nos cursos baixo dos rios e também nas zonas litorâneas.

     Os pântanos ocorrem tanto em água salgada como na água doce. Os de água doce surgem nos lagos e rios de águas calmas e pouco profundas. Os pântanos de água salgada aparecem nas planícies que são inundadas pelas marés, nas zonas costeiras.
     Também existem pântanos salgados que ficam longe do mar, aparecendo em lagos ou lagoas salgadas.

     A sua relação com os ecossistemas mais próximos, determina a sua composição vegetal e diversidade de suas espécies.
     São bem característicos das regiões de pântanos a sua vegetação e fauna. Possuem plantas hidrófilas, ou seja, absorvem grande quantidade de água, porém têm a capacidade de sobreviver em solos com pouco oxigênio.
     São raríssimas as plantas que alcançam grandes tamanhos, sua diversidade de espécies é muito pobre, mas no local existem uma grande massa biológica.

     Suas águas são um lugar ideal para os insetos se reproduzirem, crocodilos, serpentes e rãs também encontram aqui um excelente habitat.
     As aves que fazem parte deste ecossistema: os flamingos; as garças; as cegonhas e outras se especializaram em alimentar-se e construir seus ninhos neste ambiente.

   As algas e bactérias formam uma rica vegetação submersa, outras plantas vivem sobre a água e algumas são enraizadas, como o Lírio D'água.

     Alguns pântanos famosos na América do Sul: Pântanos de Villa(Peru); Rio Cruces(Chile); Esteros Del Ibera(Argentina); Delta Del Paraná(Argentina). Segundo a ONU a região de pântano mais importante do Mundo fica no Pantanal Matogrossense(Brasil).







(Foto nº 01)







Santuário do Rio Cruces, no Chile.











(Foto nº 02)




Pântanos de Villa, no Peru.














(Foto nº 03)





Garças Brancas no Delta Del Paraná, na Argentina.















(Foto nº 04) Créditos: Wikipédia




Esteros Del Iberá, na Argentina.














(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental





Pantanal Matogrossense, no Brasil.











    
     
     

sábado, 8 de novembro de 2014











Áreas Verdes nas Grandes Cidades
(Green Areas in the Big Cities)









Praça do Entroncamento
(Matéria (#17)










     A denominação popular de Entroncamento pelos recifenses, se deve a tempos atrás, o local era uma interseção de vias férreas- a do Arraial, a da Várzea e a de Dois Irmãos.

     A praça teve sua inauguração realizada em 19 de outubro de 1925, pelo prefeito do Recife Antônio Correia de Góis, tendo seu nome oficial de Praça Correia de Araújo, uma homenagem ao governador de Pernambuco no ano de 1896.

     No centro da praça foi projetada uma fonte, em estilo neoclássico, toda em ferro, possuindo uma coluna alta, com folhas e flores e uma mulher, com gárgulas bem no alto escoando água.

     A praça possui grande número de mangueiras e muitas delas foram plantadas em 1924, pelo governador Sérgio Loreto. O local foi revitalizado nos tempos de hoje, sendo instalado um Parque Infantil.

     Próximo a praça, esta localizado o Palácio de São José dos Manguinhos, que foi residência oficial do Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara, ao seu lado, encontramos a Capela de São José dos Manguinhos. Temos também antes da praça, o tradicional Clube Português de Recife, fundado em 1934, próximo também esta localizado o Colégio Agnes Eriskine, fundado por missionários presbiterianos em 1904.

     Em volta da praça, verificamos um rápido crescimento demográfico, devido a especulação imobiliária da região, com as construções de grandes edifícios e áreas comerciais.

     No período natalino a praça que fica no bairro das Graças é decorada por uma empresa privada, são colocadas milhares de lâmpadas de natal em volta das árvores, plantas e postes, tornando-se uma das maiores atrações nas noites de dezembro na cidade do Recife.  

    

     
     




(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental    



No centro da praça encontramos uma lindíssima fonte.








(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental




Placa indicativa da Praça do Entroncamento.

















(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental





Seus jardins estão bem cuidados, temos um belo conjunto de palmeiras.











(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambental



Em toda a praça verificamos os ecopontos
(Lixeiras).

















(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental




Observamos ao longe o Parque de Diversão.












(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental




Existem vários brinquedos na praça, o balanço é bem concorrido.












(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental




Na gangorra a criançada se diverte bastante.


















(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental



Na praça há obras de arte de artistas pernambucanos.







(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental


























Um magnifico jarro, construído desde o tempo da sua inauguração. 











(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental



Mas uma estação de Bike, entre muitas espalhadas pelo Recife.


















(Foto nº 11) Créditos: O Marco Ambiental



Muitos bancos em estilo clássico, em torno da praça. 









(Foto nº 12) Créditos: O Marco Ambiental



Ecoponto de material reciclável.


















(Foto nº 13) Créditos: O Marco Ambiental


Vejam a riqueza dos detalhes nesta fonte, obra de um grande artesão.












(Foto nº 14) Créditos: O Marco Ambiental


Na área do parque de diversão, são encontrados várias mesas e bancos.


















(Foto nº 15) Créditos: O Marco Ambiental


Vemos as inúmeras mangueiras, algumas delas remontam ao tempo de sua inauguração.

















sábado, 18 de outubro de 2014









BIOMAS DE INTERFACES





REGIÃO DE ESTUÁRIO
(Reportagem nº 04)





     O destino final de um rio, numa área onde a água doce do rio se encontra com a água salgada do mar, chamamos de Estuário.
     O regime de marés e o vento, fazem com que a água doce e a salgada se misturem regularmente, consequentemente há um aumento de produtividade pela grande circulação de nutrientes(plâncton e larvas). No período da primavera e verão, esse ecossistema tem uma produtividade mais intensa.

     Nos estuários esses alagados são ricos em nutrientes que são carreados do continente e trazidos pelos rios, por isso atraem várias espécies de animais, que usam esse local para sua desova e reprodução. Encontramos algumas espécies de ostras e caranguejos, peixe-boi, peixe linguado(que se escondem na areia, para proteger-se), temos também pássaros como as gaivotas e pelicanos, ainda encontramos as lontras, golfinhos e texugos, bem como o cavalo-marinho.

     Os estuários vem sofrendo grandes ameaças e podem desaparecerem, devido a crescente ocupação humana dessas áreas, a proteção desse ecossistema é de suma importância, pois o mesmo tem a finalidade de "abastecer os nossos mares e oceanos".






(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental

Precisamos preservar as matas ciliares.










(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental

É preciso que a lei de preservação das margens dos rios, que passam em zonas urbanas nas grandes cidades, seja modificada para dar uma maior proteção as matas ciliares.

  





(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental


Sem proteção das matas ciliares, os rios ficam assoreados e podem até secar.









sábado, 27 de setembro de 2014






Áreas Verdes nas Grandes Cidades
(Green Areas in the Big Cities )



Praça Euclides da Cunha
(Matéria nº 16)


     Localizada no bairro da Madalena, com uma área total de 6.254,35 m² é um projeto de Roberto Burle Max de 1934. É também chamada(conhecida) como a praça do Internacional, por estar em frente ao tradicional Clube Internacional do Recife, um edifício em estilo colonial.  


       A Praça Euclides da Cunha, teve na sua concepção a ideia de um cactário, conhecido como o "Cactário da Madalena".O paisagista Burle Max idealizou um jardim ecológico que representasse as plantas da Caatinga. Há uma escultura feita por Abelardo da Hora "O Sertanejo".



     Encontramos na praça a presença de cactáceos e algumas espécies arbóreas do semiárido nordestino, sua fonte de inspiração foi "Os Sertões" de Euclides da Cunha, por sinal uma excelente obra literária, Burle Max levou em consideração os condicionantes da paisagem regional e o respeito aos condicionantes ambientais, servindo para valorizar a paisagem regional no meio urbano da cidade grande.
     No local encontramos representantes da flora sertaneja como: macambiras, coroas de frade, xiquexiques, caroás, facheiros e tantas outras espécies.








(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental


















Escultura do Sertanejo e sua Vestimenta Tipica.





(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental













Em toda a praça existem muitos bancos.








(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental













Antiga Estação Elevatória de Esgoto, ainda em uso.







(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental













Uma Praça Bastante Arborizada.








(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental













Vista da praça por um outro ângulo(Escola Politécnica).








(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental
















Placa Indicativa da Praça.








(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental













Pela Manhã as Pessoas Fazem Caminhadas no Local.








(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental













As Lixeiras Estão Espalhadas por Toda a Praça.











(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental




























Belas Iluminárias em Estilo Antigo.







(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental













Na Praça Também têm Bancos em Madeira.








(Foto nº 11) Créditos: O Marco Ambiental




























As Flores de Mandacarú Desabrochando.







(Foto nº 12) Créditos: O Marco Ambiental



























Árvore Paineira, Um Belo Exemplar da Nossa Flora Nordestina.