sábado, 30 de abril de 2016












ÁREAS VERDES nas GRANDES CIDADES





PRAÇA CHORA MENINO
(Recife/PE)
(Matéria (#25)






     Por volta do século XVII, o sítio do Mondego, de propriedade de João Velho Barreto, pertencia originariamente as terra de Henrique Dias.
     Sobre o local, historiadores afirmam que foi aberta uma estrada de largura regular e em linha reta, esse trecho inicial foi batizado de rua do Mondego.

     Por iniciativa da nova proprietária das terras, Dona Ana Maria dos Anjos, é construído uma capela da Invocação da Sacra Família e de São João, as obras começaram em 1755 e só foram finalizadas em 1888, bem como na rua do Mondego é erguido um prédio suntuoso de dois andares.

     O referido prédio ganha o nome de Palácio do Mondego, por ter abrigado a residência temporária do governador pernambucano- Luis do Rego Barreto(1817-1821). Em 1831, ocorre em Recife a revolução Setembrizada, eram soldados insubordinados, que saqueavam e arrombavam as casas particulares e estabelecimentos comerciais, os soldados revolucionários não tinham nenhum o menor escrúpulo em matar e roubar. Essa luta durou três dias: 14, 15 e 16 de setembro de 1831, os revoltosos foram vencidos.

     As vitimas, que foram muitas, são enterradas fora dos limites da cidade, mais precisamente no sítio do Mondego, depois disso o local passa a ser considerado mal-assombrado. Então, uma lenda foi criada pelo imaginário popular: durante a noite, quem passasse por aquele sítio, ouvia um choro de menino. Evidentemente a região passa a ser conhecida por Chora Menino.

     A Estrada do Mondego tempos depois passa a se chamar Rua Visconde de Goiana e no Palácio do Mondego começa a funcionar como o Colégio dos Padres Salesianos. Hoje naquelas terras foi construída a Praça Chora Menino, situada na movimentadíssima rua Paissandu no bairro da Boa Vista.

     

      
    
    

                                            (Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental
            Uma praça com muita história.







   (Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental
  Na praça são encontrados vários bancos em madeira e ferro.












(Vídeo nº 01) Créditos: O Marco Ambiental


Um belo exemplar do Baobá(ainda jovem).














(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental



























Vemos uma sequência de belíssimas palmeiras.







(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental
































Escultura talhada em pedra.










(Vídeo nº 02) Créditos: O Marco Ambiental



Um lugar agradável para relaxar.




















(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental


















O local é bem arborizado, excelente para uma boa conversa ou simplesmente para apreciar a natureza.








(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental


















Lindas flores são vistas em seus jardins.











(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental












Possui uma variedade de espécies de plantas.









(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental


















Vista da Praça Chora Menino sobre outro ângulo.






(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental












Pensamento de Nilo Pereira, não necessitando de explicações.









sábado, 19 de março de 2016










A IMPORTÂNCIA da ABELHA para a HUMANIDADE e o MEIO AMBIENTE.






          As abelhas sempre estiveram presentes na vida do homem e acompanharam sua evolução.
     Com as mudanças que o homem vem impondo ao seu ambiente o número de abelhas silvestres gradativamente estão sendo reduzidas, colocando em alto risco a produção de alimentos e a preservação do Meio Ambiente, incluindo todas as espécies de animais que habitam cada região.

     Estudos mostram que as possíveis causas da crescente diminuição das populações de abelhas estão relacionadas com: desmatamento das florestas, uso indiscriminado de agrotóxicos, as queimadas, a poluição ambiental e a expansão agrícola com áreas de monocultura.

     Cerca de 2/3 da produção de alimentos para a humanidade, direta ou indiretamente depende da ação de polinização das abelhas e outros insetos, as abelhas correspondem a 80% dos insetos polinizadores das plantas. Na ausência delas uma grande variedade de espécies de plantas e cultivos não frutificariam.

    Existem pesquisadores estudando as abelhas como bioindicadores de poluição ambiental. Eles descobriram que as abelhas operárias ao recolherem o néctar, a água e o pólen das flores, iniciam um processo onde carregam no seu corpo ou são ingeridos pelas mesmas, de substâncias químicas, microrganismo e partículas em suspensão no ar. Sendo um excelente bioindicador para monitoramento de impacto ambiental, os elementos-traços no pólen servem para biomonitorar o Meio Ambiente.  

     O físico Albert Einstein já alertava a humanidade sobre a importância das abelhas: "Se as abelhas desaparecerem da face da terra, a humanidade terá mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais, não haverá raça humana".

       





     
(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental












  Abelha, um inseto que existe desde o início da humanidade.






                  (Vídeo nº 01) Créditos: O Marco Ambiental
             As Abelhas Captando o Néctar das Flores












(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental


















Segundo Cientistas a Abelha é um Excelente Bioindicador de Poluição Ambiental.












                                    (Vídeo nº 02) Créditos: O Marco Ambiental
   Os Melhores Polinizadores das Plantas são as Abelhas.






sábado, 27 de fevereiro de 2016









PRAIA DE PORTO DE GALINHAS
Ipojuca-Pernambuco-Brasil
(Matéria Turística nº 09)







     A vila de Porto de Galinhas era chamada antigamente de Porto Rico, tudo por causa da extração do Pau Brasil(a primeira riqueza do país), onde na sua maioria a madeira de lei era contrabandeada para a Europa, isso foi por volta do século XVI e XVII, quando ainda habitavam a região os índios Caetés.

     Com a abolição da escravatura no Brasil no século XIX(1888), por Recife ter uma maior fiscalização, a vila de Porto Rico passa a ser o local ideal para o tráfico de escravos, que eram comprados pelos senhores de engenho, onde os mesmos eram usados para o cultivo da cana e produção de açúcar.

     Os traficantes burlavam os controles rígidos das autoridades, colocando os escravos nos porões dos navios, onde eram encobertos por engradados de galinhas d'angola, um prato preferido da nobreza pernambucana, a ave era originária da África.

     Quando os navios ancoravam na praia de Porto Rico, as tripulações repassavam a senha: "Tem galinha nova no porto", a palavra "nova" indicava um carregamento de novos escravos. Por causa desse fato, o local passou a ser chamado de "Porto de Galinhas".

     Até a década de 1960, Porto de Galinhas era local de veraneio dos senhores de engenho e posto pesqueiro, com a chegada dos surfistas e posteriormente da classe média a praia ganhou projeção nacional e internacional.

     







(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental
PE-60, acesso à Porto de Galinhas-Ipojuca











(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental














Ainda podemos ver toda a beleza de um coqueiral em Porto.










                                     (Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental

Gentileza Gera Amigos, este é o cartão de visitas para todos que saboreiam Porto de Galinhas.









(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental

Centro Comercial de Porto de Galinhas, bem arborizado.












(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental
As Galinhas, símbolo da praia do Porto, como podemos observar são feitas de tronco de coqueiro.










   (Vídeo nº 01) Créditos: O Marco Ambiental

Praia de Porto de Galinhas, na maré baixa.








(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental


Calçadão de acesso a beira-mar de Porto de Galinhas.









    (Vídeo nº 02)Créditos: O Marco Ambiental

  Mar de Porto na Maré Alta.











(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental

Praia de Porto de Galinhas, uma Joia do Litoral Brasileiro.









(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental

Guarda-Vidas, sempre apostos na areia da praia.








(Vídeo nº 03) Créditos: O Marco Ambiental

Um Ultra-Leve, sobrevoando a Praia do Porto.









(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental

Ao longe vemos a praia de Muro Alto, onde ficam os Hotéis e Resorts.












(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental

As Jangadas levam os turistas para as piscinas naturais.







 (Vídeo nº 04) Créditos: O Marco Ambiental



Sol, Mar e Belezas Naturais, isto é Porto de Galinhas.













(Foto Especial) Créditos: O Marco Ambiental
Venham visitar Porto de Galinhas e desfrutar de suas belezas.