sábado, 24 de fevereiro de 2018
















MUSEU de ARQUEOLOGIA de XINGÓ
(MAX)








      No ano de 1988 começava a construção da Usina Hidroelétrica de Xingó, foi criado um Projeto de Salvamento Arqueológico na área que seria inundada pela formação do lago da nova barragem.

     O projeto foi todo elaborado e desenvolvido pela Universidade Federal de Sergipe(UFS),tendo o total apoio da Companhia Hidroelétrica do São Francisco(CHESF).


     Em 2000 foi criado o Museu de Arqueologia de Xingó, com a finalidade de preservar o patrimônio arqueológico regional, favorecer as pesquisas e dar sobretudo maior visibilidade do material coletado.
    O MAX possui um grande acervo que é bem diversificado, é composto essencialmente da seguinte maneira: objetos líticos-feitos em pedra, objetos cerâmicos-feitos com barro, e esqueletos humanos.

     O MAX tem uma "Exposição de Longa Duração" onde parte deste acervo é exibido ao público, através das pesquisas arqueológicas são repassadas informações  sobre o cotidiano das populações que habitaram essa região do Baixo São Francisco a cerca de 9.000 anos atrás.
    São apresentados aos visitantes a vida cotidiana dos períodos pré-históricos por meio de instalações cenográficas criadas em tamanho natural(real).

     No MAX você encontra uma "Exposição de Curta Duração, com objetivo de retratar e valorizar a cultura regional e local.
     Com objetivo de inserir a comunidade no papel de formação e transmissão desses conhecimentos, são realizadas ações educativas junto às escolas e ao público, feito geralmente através de palestras e visitas pedagógicas às exposições.

     Na região de Xingó foi descoberto um dos maiores sítios arqueológicos com enterramentos humanos pré-históricos do país. Fica no Sítio Arqueológico do Justino onde foi encontrado 163 enterramentos.  
   
     O museu vem procurando realizar um desenvolvimento de uma consciência critica com foco na preservação e valorização do patrimônio cultural da região.




Endereço: Rodovia Canindé-Piranhas, trevo da UHE-Xingó, cep: 49820-000-Canindé de São Francisco/SE

Horário de funcionamento do museu:
Terça-feira à sábado- 08:00 às 17:00h
Domingo- 08:00 às 16:00h

www.max.ufs.br












(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental








     FERRAMENTAS LÍTICAS.







(Foto nº 02) Créditos: O Marco Ambiental



















TEMOS UM PILÃO E MÃO DE PILÃO. DATAÇÃO: CERCA DE 5.570 anos A.P.(o termo A.P. usado em arqueologia significa: "antes do presente"). 











(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental.



















ARTEFATOS LÍTIOS LASCADOS E POLIDOS.














(Foto nº 04) Créditos: O Marco Ambiental






















OBSERVAMOS VASILHAMES CERÂMICOS COM DECORAÇÃO E SEM DECORAÇÃO.













(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental


















TIPOS DE DECORAÇÃO CERÂMICA: IMPRESSO, ESCOVADO, INCISO, CORRUGADO, UNGULADO, ROLETADO. 












(Foto nº 06) Créditos: O Marco Ambiental





 PRIMEIRO ARTEFATO É UM COLAR EM OSSO ASSOCIADO A SEPULTAMENTO, DATAÇAO: CERCA DE 5.270 anos A.P.
O SEGUNDO SÃO  ADORNOS MALACOLÓGICOS, DATAÇAO: CERCA DE 3.280 anos A.P.









(Foto nº 07) Créditos: O Marco Ambiental


















SEPULTAMENTO NO SÍTIO JUSTINO. POSIÇÃO: FETAL DIREITO, SEXO MASCULINO, ESTIMATIVA DE IDADE ENTRE: 21 e 26 anos.













(Foto nº 08) Créditos: O Marco Ambiental


















SEPULTAMENTO NO SÍTIO JUSTINO. POSIÇÃO: SENTADO, SEXO MASCULINO, ESTIMATIVA DE 
IDADE ENTRE: 39 e 44 anos.










(Foto nº 09) Créditos: O Marco Ambiental


















SEPULTAMENTO NO SÍTIO JUSTINO. POSIÇÃO: DECÚBITO LATERAL ESQUERDO, ESTIMATIVA DE IDADE DE 30 anos. DATAÇÃO: CERCA DE 8.950 anos A.P.









(Foto nº 10) Créditos: O Marco Ambiental


















PATOLOGIAS ÓSSEAS DO HOMEM DE XINGÓ.








(Foto nº 11) Créditos: O Marco Ambiental

















TEMBETÁS, ORNAMENTOS LABIAIS DE PEDRA POLIDA.












    (Foto nº 12) Créditos: O Marco Ambiental

ABAIXO TEMOS FRAGMENTOS DE PINTURAS RUPESTRES, NO PAINEL SUPERIOR UMA REPRESENTAÇÃO DOS DESENHOS PRE-HISTÓRICOS.











   (Foto nº 13) Créditos: O Marco Ambiental

  UM OLHAR DA VIDA COTIDIANA DA ÉPOCA, OBTENÇÃO E PREPARAÇÃO DOS ALIMENTOS.










   (Foto nº 14) Créditos: O Marco Ambiental
   RITUAIS DE PREPARAÇÃO PARA UM       SEPULTAMENTO.










(Foto nº 15) Créditos: O Marco Ambiental










 EXEMPLO DE MOBILIÁRIO FUNERÁRIO EM ENTERRAMENTO PRIMÁRIO COM A PRESENÇA DE PANELAS COBRINDO O CRÂNIO E A BACIA.








   (Foto nº 16) Créditos: O Marco Ambiental
   
   ENTERRAMENTO SECUNDÁRIO EM XINGÓ.










   (Foto nº 17) Créditos: O Marco Ambiental
   ENTERRAMENTOS COM ANIMAIS, TEMOS EXEMPLO DO CAÇADOR ENTERRADO COM ELEMENTO DA SUA CAÇA.










   (Foto nº 18) Créditos: O Marco Ambiental
   REALMENTE UM BELO LUGAR PARA SE CONHECER.
























sábado, 20 de janeiro de 2018














PARQUES MUNICIPAIS DO BRASIL
(Reportagem nº 02)









PARQUE AMÉRICO RENNÉ GIANNETTI
(Belo Horizonte/MG)








     O Parque originalmente tinha uma área de 600 mil metros quadrados, as terras pertenciam ao Sr.Guilherme Vaz de Mello, na qual havia uma chácara de sua propriedade, muito conhecida como " Chácara do Sapo."
     O Parque Municipal foi projetado em estilo romântico inglês, pelo arquiteto e paisagista francês, Paul Villon. Aarão Reis era o engenheiro chefe da Comissão Construtora que ficou encarregada de planejar e construir a nova capital de Minas Gerais.

     Localizado na região central de Belo Horizonte, o parque foi inaugurado em 26 de setembro de 1897, bem antes da nova capital mineira ficar pronta, portanto é o patrimônio ambiental mais antigo de Belo Horizonte.
     Hoje o parque possui uma área de 182 mil metros quadrados, onde abriga o Teatro Francisco Nunes e um Orquidário. Possui diversas nascentes que abastecem as três lagoas, tem cerca de 280 espécies de árvores nativas e exóticas, estre elas destacamos: flamboyant, sapucaia, figueira, jaqueira, pau-mulato, cipreste-calvo. O local é um excelente refúgio para as mais de 100 espécies de aves existentes na área, entre elas vemos: sabiás, periquitos, bem-ti-vis, sanhaços, pica-paus, outros animais também são encontrados.
     Encontramos ainda cerca de 330 espécies de plantas ornamentais, que complementam o paisagismo do parque.

     O local tem um viveiro com 750m², onde são cultivadas 120 espécies de plantas medicinais, lá podemos encontrar: erva-cidreira, boldo, melissa, hortelã, erva-doce, bálsamo, chapéu-de-couro, arruda. Mensalmente é realizada uma Exposição de Plantas, onde são feitas distribuição de mudas e entregues folhetos explicativos na praça que fica em frente à administração.
     Podemos observar no parque cerca de 60 espécies de borboletas e nas três lagoas temos várias espécies de peixes como: dourados, tilápias e carpas, você pode fazer uma trilha monitorada pelos jardins do parque semanalmente.

     Infraestrutura do Parque:

# Equipamentos de Ginástica;

# Pista de Cooper;

# Pista de Skate;

# Quadra Poliesportiva;

# Quadra de Tênis;

# Parque de Diversões;

# Wi Fi(fundamental nos tempos de hoje).


Endereço: Avenida Afonso Pena, nº 1377- Centro.

Fone: 31 3277-4161

Horário de funcionamento: de 3ª à domingo(inclusive feriados), das 6h às 18h. Entrada permitida até às 17:45h


     










(Foto nº 01) Créditos: O Marco Ambiental





















UM DOS TRÊS LAGOS EXISTENTES NO PARQUE MUNICIPAL.
















(Foto nº 02) Créditos: pbh.gov.br


EM UM DOS LAGOS É POSSÍVEL PASSEAR COM BARQUINHOS, NÃO SE PREOCUPEM QUE TEM COLETES SALVA-VIDAS.











(Foto nº 03) Créditos: O Marco Ambiental


















UMA ÁREA VERDE ENCRAVADA NO MEIO DOS ARRANHAS-CÉUS, NO CENTRO DE BELO HORIZONTE.














(Foto nº 04) Créditos: gov.br






















VISTA SUPERIOR DO PARQUE, ONDE PODEMOS VER TODA A SUA BELEZA.














(Foto nº 05) Créditos: O Marco Ambiental




















O LOCAL É MUITO BEM ARBORIZADO, VALE A PENA VIR DAR UM PASSEIO.